quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

POESIA AO BBB












Autor: ANTONIO BARRETO

Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,
residente em Salvador-BA.
Curtir o Pedro Bial,
E sentir tanta alegria,
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia,
Dá valor ao que é banal,
É preguiçoso mentalE adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’Produzido pela Globo,Visando Ibope e dinheiro,
Que, além de alienar,Vai, por certo, atrofiar a mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir,
Através da Educação.
Mas se torna um refém,Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão,
Lá está toda a família,
Longe da realidade,
Onde a bobagem fervilha,
Não sabendo essa gente,
Desprovida e inocente,
Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial,
Chega de esculhambação!Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação!
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boysQue têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis,
E merecem nosso aval,
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar,
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio.
Porque, quando você fala,
sua palavra é balaA ferir o nosso brio.
Um país como Brasil,
Carente de educação,Precisa de gente grande
Para dar boa lição.
Mas você, na rede Globo,
Faz esse papel de bobo,
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal,Nosso povo brasileiro!
Que acorda de madrugadaE trabalha o dia inteiro.
Dá muito duro, anda rouco,
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade,
Neste momento atual,S
e preocupa com a crise
Econômica e social,
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar, sem engano,
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano,
Onde impera a esperteza,
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas,
Sem critério e sem ética,
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética,
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê, realmente,
É um programa deprimente,
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo,“professor” Pedro Bial:
O que vocês tão querendo
É injetar o banal,
Deseducando o Brasil,
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço,
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança,
Educação e atitude.
Porém, a mediocridade,
Unida à banalidade,
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso,
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina,
A gastar adrenalina,
Nesse mar de palhaçadas.
A intenção da Globo
É de nos “emburrecer”,
Deixando o povo demente,
Refém do seu poder.
Pois saiba que a exceção(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você,
Pedro Bial,
Um mercador da ilusão,
Junto à poderosa Globo,
Que conduz nossa Nação,
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês, caros irmãos,
Que estão nessa cegueira,
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo:
Isso é papel de bobo;
Fujam dessa baboseira.
E, quando chegar ao fim
Esse Big Brother vil,
Que em nada contribui
Para o povo varonil,
Ninguém vai sentir saudade.
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor,
Que nós somos os culpados,
Porque saem do nosso bolso
Esses milhões desejados,
Que são ligações diárias,
Bastante desnecessárias,
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria,
Enganando muita gente,
Que logo se contagia
Com tanta futilidade;
Um mar de vulgaridade
ue nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,baixaria e carnaval.
Queremos Educação,
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores,
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados,e vamos ficar calados,diante de enganadores?
Barreto termina assim,
Alertando ao Bial:Reveja logo esse equívoco,
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração,
Tomando uma decisão.
Ou então: siga, animal…
FIM
Salvador, 16 de janeiro de 2010.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

INGLÊS LINGUA UNIVERSAL?

Bonan verperon ĉiujn (Boa tarde a todos)

Hoje em dia é comum quando se fala da lingua inglesa, referir-se a ela como lingua universal, mas será que estas pessoas que a ele se referem como universal sabem o significado de Universal?
Será que na época de nossos avôs o francês era a lingua universal, como na época do império romano era também o latim?
O que faz uma lingua ser universal?

Primeiro, que seja neutra ou seja, não seja uma lingua nacional, considerar uma lingua nacional a lingua universal, é impor-se sobre as outras em detrimento a outras linguas.
Neste caso inglês não é de modo algum uma lingua univeral, pois somente goza o status de lingua universal (pelas pessoas pouco informadas) devido ao poderio ecônomico americano, que de certa forma, exportou para o mundo seus filmes e música, esses também ajudaram a alavancar e dar formato a idéia que o inglês é a lingua universal. Depois disso milhões de
dólares foram são investidos para divulgar o inglês.

Não tenho nada contra o inglês, sou professor de inglês e tiro grande parte do meu sustento dele, mas trouxe esse assunto para refletimos.

Sem dúvida o inglês possui uma as maiores literaturas mundiais publicada, isso sem falar nos filmes e música,que já foram aceitos em todo o mundo, isso por que os americanos e ingleses são também muito criativos e competentes no que fazem, na informatica grande parte dos criadores de programas são americanos, e desta forma também, como eles tem o monopolio impõem seu idioma, o que é natural, se não fosse o inglês seria outra lingua, a lingua do dominador, dominador este caso aqueles que tem poder ecônomico, é uma colonização sutil moderna, não por armas e canhões, mas pela midia.

Por que os americanos e outras nações que tem como língua mãe o inglês refutam em aceitar outra língua?


Por que é comodo para eles que eu e você gaste com cursos, gaste tempo e ainda além de fortalece a ecônomia deles deixamos eles em um patamar de superioridade linguistica e por consequência em tudo. E por último é por que aquela gente é burra para aprendr línguas que até doi.


Tive alguns alunos ingênuos que me falaram que iriam começar a estudar o mandarim, pois segundo outro professor deles, a China será a próxima potência ecônomica,(virá e mexe quem
manda é quem tem o poder, sempre foi assim, mas acredito eu que nem sempre será assim, espero) eu digo ironicamente, "vocês para aprender inglês já tá dando um pau bravo, imagine o mandarim, uma lingua totalmente alien da nossa, isso sem contar que eles não escrevem eles desenham as palavras"

Vocês já assistiram algum congresso mundial pela televisão?
Notaram que quase todos os extrangeiros usam fone de ouvido para tentar entender o que o locutor (falando inglês) está falando através de um tradução simultanêa, que não só pode como na maioria das vezes é falha?


Eu faço a pergunta: se a lingua é universal, por que os chefes de estado estão usando fone de ouvido? Será que o inglês ou francês são tão eficazes assim? Eu acho que não.

Será até quando o mundo vai continuar nessa torre de babel?


Qual a solução? A solução já existe a mais de um século e chama-se Esperanto, essa lingua de acordo com Claude Piron veja o que ele diz:

As pessoas que criticam o esperanto por ser muito ocidental não prestam atenção em dois aspectos importantes da questão. Em primeiro lugar, julgam de uma forma puramente superficial, sem entrar na análise lingüística, que pode revelar, em profundidade, até que ponto ela é diferente do que parece à primeira vista. Em segundo lugar, esquecem que uma língua de comunicação internacional é totalmente necessária. Em que língua as pessoas tentam "se virar", na prática, quando não há uma língua comum? Em inglês! Ora, essa é uma língua muito mais ocidental que o esperanto e muito mais difícil de se adquirir para a maior parte dos habitantes do nosso planeta. Nenhuma língua poderia colocar todos os povos em igualdade. Mas de todas as que existem e são utilizadas na prática, o esperanto é a que mais se aproxima desse ideal. Ao cabo de 2 mil horas de inglês (5 horas por semana durante 10 anos), o japonês e o chinês médio é incapaz de se expressar de um modo realmente operacional na língua de Shakespeare ou do Wall Street Journal, eles não passam do estágio de balbuciar frases. Com 220 horas de esperanto, em média, eles podem realmente comunicar, sentindo-se bem à vontade. Esta diferença não chega a supreender quem estuda as estruturas lingüísticas das diversas línguas.
http://claudepiron.free.fr/articlesenportugais/linguaocidental.htm [que já foi tradutor de várias linguas nas Nações Unidas e União Européia, e grande defensor do esperanto] diz que uma pessoa estudando esperanto or 6 meses, obtem mais conhecimento e progresso que uma pessoa estudando inglêspor 6 anos.

Pergunta, o esperanto é língua de qual país? De todos, pois é neutra,e fácil de aprender, [sugiro que leiam o artigo acima] línguas como inglês e francês possuem uma pronúncia incompátivel com a grande maioria dos idiomas falados em outros continentes, mais um razão que os desqualifica de serem universais, isso sem contar outras questões já veiculadas acima.

Por incrivel que pareça muitas pessoas ditas cultas, não conhecem o esperanto, e mesmo quando o conhece superficialmente ainda emitem opinião sem conhecimento profundo sobre a língua.

E acredito que logo a união européia vai ter que adotar algo em relação a comunicação, assim como foi feito com a moeda=euro.

Procurem se informar melhor antes de emitirem suas opiniões sobre algo que só conhecem de maneira superficial.

Livrem-se de preconceitos e aprendam esperanto, conhecimento nunca ocupa espaço, e estimula a inteligência.

Até a próxima.

Gabriel Almeida







sábado, 23 de janeiro de 2010

AS LINGUAS E UNIÃO EUROPEIA

Tirado de http://esperanto-ufsc.blogspot.com/

Acredito que você, leitor, já tenha escutado falar na Europa (caso nunca escutou, favor desligar a TV, deixar de ver a novela de mutantes da Record, ou a de "movimento estudantil" da Globo, e vá ler qualquer coisa, nessas horas de desespero até a wikipédia serve). Vários países, uma variedade cultural riquíssima, cidades, museus, arquiteturas peculiares, vinhos, azeite, praias espanholas (a Daniela Cicarelli tem boas histórias de lá, heheh), ilhas gregas, alpes suíssos, baladas de Praga, fiordes da Escandinávia... Acredito que não exista alguém que não tenha pensando por um minuto em "fazer a Europa" nas férias, estudar lá por um tempo, fazer intercâmbio... Dar uma passeada por lá, cruzar vários países pequenos (alguns do tamanho de uma cagadinha de mosca no mapa-múndi), muitos com línguas diferentes entre si... Línguas diferentes? Puuuuta merda, é mesmo! Situação inusitada e embaraçosa, não? Ainda mais para nós brasileiros acostumados a viver num país gigantesco que fala essencialmente uma só língua, adicionando o fato de que nossos países vizinhos falam uma língua parecida com a nossa, o que facilita o entendimento sem o estudo prévio. Mas alemão, basco, húngaro, romeno, norueguês, entre outros, são mesmo para matar o pião, não é mesmo? Isso me fez lembrar uma amiga esperantista que tenho, Aldona Ubik, que por acaso nasceu na Polônia mas mora com a família já há um bom tempo na Alemanha, perto da tríplice fronteira com a Suíça e a França. Ela me falou da jornada diária dela, o que me fez ficar de cara: acorda na Alemanha, toma café com a família, e vai trabalhar na Suíça (que já é uma miríade de línguas e dialetos). Terminado o serviço, vai para a faculdade na França, onde cursa economia! Muito se fala, com a União Européia em vigor, em acabar com as fronteiras, mas ao meu ver a política de acabar com as fronteiras não pode ser algo apenas relativo às tarifas alfandegárias ou à entrada e saída de pessoas, é preciso uma política democrática que vise a comunicação, e que cada nação adquira ônus e bônus semelhantes.O que se vê, desde os tempos mais primórdios é a imposição de uma língua sobre outras... No período Helênico era o grego, nos tempos do Império Romano era o latim, nos tempos dos nossos pais e avós era o francês, na União Soviética era o russo (e o papel de influência do russo ainda é bem grande no leste europeu, principalmente os países bálticos - Estônia, Letônia e Lituânia), e hoje em dia, principalmente no nosso mundinho ocidental, devido ao prestígio econômico, político e bélico inicialmente da Inglaterra e agora dos EUA, o inglês figura como a língua balcânica (eu explico: não dos Bálcãs, mas de balcão mesmo. Do balcão de aeroporto grande, de balcão de hotel, de balcão de grandes corporações estrangeiras, etc). E aí, como a União Européia responde a isso? Bom, a UE possui 23 línguas oficiais e adota uma política de "igualdade e diversidade", ou seja, pelo menos no papel o inglês possui o mesmo valor que o húngaro, o francês o mesmo que o polonês, assim como o sueco e o alemão, implicando que todo e qualquer documento emitido por um país deve ser traduzido para as línguas alheias, o que possibilita 506 combinações possíveis de línguas (23 x 22, acabei de conferir na calculadora!). Todo o país também tem direito de usufruir as seções de reuniões traduzidas para pelo menos um dos seus idiomas oficiais, o que provoca um caos terrível (haja cabine tradutora!) e tal trabalho de tradução simultânea é muito desgastante para o tradutor, demandando então mais tradutores. Tudo isso vai no orçamento do cidadão europeu de um país-membro, dos suecos aos romenos. Como um quase-geógrafo, eu poderia desenvolver nesta coluna algo no tocante ao gasto de papéis em toda essa operação de traduções de documentos, passando pelo processo poluidor de branqueamento de celulose (e lembro-vos que o Brasil através da Aracruz e amiguinhas é um grande exportador de papel e celulose para os EUA e Europa), das árvores cortadas, do mal que a silvicultura de pinus e eucalipto faz, mas paro por aqui, só peço ao Sr. vegetariano militante para tirar só um pouquinho os olhos direcionados aos comedores de carne que sustentam o desmatamento provocado pela pecuária através da picanha no forno e reflita sobre o que eu disse! Pronto mãe, pode comer a sua picanha, mas deixe um pedacinho pra mim! Gostaria de desviar um pouco o viés desta prosa: alguém aqui já pensou como é difícil achar um tradutor húngaro<=>sueco? Ou tcheco<=>grego? Pois é, né? Aí o que os espertos (leia: países de línguas majoritárias) fazem? Arranjam desculpas para privilegiar suas línguas, usando o prestígio político que elas já têm por motivos históricos.O engenheiro e economista Leonard Orban (fig. à direita), responsável pela cadeira sobre multilingüismo na UE desde 2006, já confessou que coisas mais urgentes são traduzidas apenas para algumas línguas em detrimento de outras. O próprio também afirmou, sem cerimônias, que na prática algumas línguas deverão mesmo ser naturalmente "mais oficiais" que outras. E pasme, quando indagam pelo esperanto - um idioma neutro, de gramática, pronúncia e conjugações verbais regulares, além de barato de aprender - como língua-ponte, o que acarretaria maior igualdade e menores custos no orçamento, já que a cada novo idioma no bloco as combinações crescem em progressão geométrica, Orban é radicalmente contra, se contradizendo falando que deve-se prezar a diversidade lingüística e que o esperanto a ameaçaria, além de dizer que todas as línguas da União Européia são iguais juridicamente, dizendo que no bloco a igualdade entre as línguas é uma realidade! Tal comportamento seria compreensível, apesar de igualmente repugnante, se ele fosse nativo de um país de idioma oficial prestigiado, como é o caso do inglês, francês ou alemão, mas se trata de um romeno, ou seja, nascido num país bastante pobre (apesar do IDH de 0,805 no ano de 2006 para inglês ver), que possui uma diáspora de refugiados pedintes em vários países do mundo, tendo um idioma oficial que possui um prestígio ínfimo, bombardeado cada vez mais por influências eslavas (que em contexto de UE já não são grandes coisas).Poderio lingüístico é algo que dá dinheiro, e os países por cima da carne seca não querem largar o osso. A Inglaterra, segundo meu antenado amigo esperantista e ex-professor de inglês e alemão Emilio Cid, ganha mais dinheiro em cima do "sonho de ser cidadão do mundo" vinculado à língua inglesa - através de franquias de escolas de idiomas, intercâmbios, certificações de Cambridge, etc - do que em cima da exploração de petróleo no mar do Norte. O próprio British Council já está articulando um curso gratuito na rede mundial de computadores, suspeitosamente devido à ameaça do chinês e do espanhol (neste caso mais especificamente nos EUA) à soberania anglófona, fora o prestígio bem maior da variação diatópica (leia: grafia e "sotaque") e do modus vivendi americanos em relação aos britânicos. É a velha tática do "vão-se os anéis e ficam-se os dedos". Porém, o Sr. Orban talvez não percebe que culturalmente nenhuma língua é inferior à outra, nem poderia ser menos privilegiada que outra, e se porta como conivente da atual situação perversa mesmo se tratando de um romeno, utilizando como muletas a contradição e o senso comum. Que papelão, heim Sr. Orban!

CRITICAS SOBRE SÃO JOAQUIM






É muito comum, alias já virou rotina falar mal de São Joaquim (são joaquim é isso e aquilo, e a ladainha segue), especialmente de Joaquinenses fugões que foram embora (por que aqui não tem opção para manter suas mente inquietas ocupadas com tranqueiras, sintoma e vazio existencial) e Joaquinenses que aqui residem.

Claro que São Joaquim não é lugar mais perfeito do mundo, e tal lugar diga-se de passagem não existe, porém temos muitas vantagens que só Joaquinenses que nunca moraram em cidade grande não percebe.

Vale lembrar que esse não é somente problema daqui não, mas de toda cidade pequena, até a mentalidade do povo é pequena, digo isso com autoridade, pois trabalho no Snow Valley em fins de semana com grupos de inglês (ou seja de pessoas que deveriam ter uma formação e ser melhor informados, pois bancar um curso de inglês não é prá qualquer um) e constantemente alunos adolescentes aborrecentes se lamuriam todo o tempo de sua terra natal, isso quando não apresentam desgosto.

Depois de caminhar pela trilha, geralmente faço um circulo, e faço perguntas básicas para nos conhecermos melhor e quebrar o gelo, quando pergunto, como é sua cidade? As repostas são quase sempre, minha cidade é um inferno, não tem nada, não tem opção. Isso lembra algo a vocês?

Geralmente eu digo: bem se sua cidade é um inferno é por que o capeta é você!

Se ela é uma mxxxx uma bxxxx, é por causa do excremento mental dessa sua mentalidade!!

Quem faz a cidade é o povo, cada um contribui como pode, de sua forma, atravéze limitações, mas todos podemos contribuir.

Muitas pessoas perguntam, o que eu posso fazer?

Eu respondo: comece por sua casa, o jardim esta bem limpo? a fachada esta bonita? São Joaquim é o que é por causa da cultura da acomodação e da complacência, façamos algo, VEKU, pois nós somos São Joaquim.
Vamos começar por mudar nossos padrões mentais (pensamento é força, tem cheio, peso e cor, sabia?) tudo começa pela mente antes de tomar forma concreta, este é primeiro, e mais importante passo.
De nada adianta projeto acorde se não acordarmos primeiro.
Abraço,
Gabriel Almeida